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O Serrano

O Governo de Timor-Leste aprovou, ontem, o envio de 556 mil euros para ajuda às vítimas da tragédia na Madeira.

A decisão do Executivo de Xanana Gusmão é justificada, em comunicado divulgado pela agência Lusa, como sendo um acto de ‘solidariedade e apoio para com o povo e autoridades’ da Região.

Em 1999, de férias no Porto Santo, Alberto João Jardim garantiu que a Madeira não daria “um tostão” para um Timor devastado pelas milícias pró-Indonésia e que não admitia que o Estado português “mexesse” nas transferências a que a Região tinha direito. ‘Nem um tostão para Timor’ foi uma frase que provocou as mais duras reacções, em todo o País.
“A filosofia popular ensinou-me que cada um se deve governar por si”, acrescentaria o presidente do Governo Regional, a 29 de Agosto de 1999.

Depois, já em 2000, foi aprovada uma ajuda de 5000€ pelo Governo Regional, mas o tempo passou e mais tarde durante uma viagem oficial à volta do Mundo, o líder madeirense diria que nem os cinco mil euros iam para Timor.

Em 2009, o orçamento da República Democrática de Timor Lorosae foi de 644 milhões de euros. Uma verba que é mais de duas vezes inferior ao orçamento da Região Autónoma da Madeira que é de cerca de 1.500 milhões de euros.
A título de curiosidade, a ajuda de 556 mil euros, ou 111 mil contos na moeda antiga, representa, 433 escudos por madeirense (256 mil habitantes), qualquer coisa como 4.330 tostões a cada um.

Como eu gosto de dizer: “Nunca digas que não precisas de ninguém.”

O Serrano

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Dois meninos estavam a sair do Estádio de Alvalade, quando um deles é
atacado por um cão, da raça Rottweiler.
O outro menino, imediatamente, agarra num tubo de metal e dá com ele na
cabeça do animal, matando-o, permitindo assim que o amigo escape apenas com
alguns arranhões.

Ao ver a cena, um jornalista que passava pelo local correu para ser o
primeiro a cobrir o acontecimento e escreveu no seu caderninho:

“Jovem verde e branco, salva amigo do ataque de um cão.”
- Mas eu não sou verde e branco, disse o menino.
E então, o repórter corrige para:
“Bravo pequeno herói benfiquista salva amigo das garras de animal feroz”.
- Mas eu também não sou benfiquista, disse o menino novamente.
- Desculpa outra vez, apenas pensei que como estamos em Lisboa e não és
verde e branco, deverias ser benfiquista.
Afinal, de que equipa és tu?
- Sou Portista.
E o repórter volta a escrever em seu caderninho:
“Delinquente portista assassina brutalmente animal doméstico indefeso”

O Serrano

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Estradas : Realidades alternativas

4 de Fevereiro de 2010

em O Serrano

Madeira:

Arouca:

O que é melhor?

Qual é melhor?

Porquê?

E o burro sou eu?

E porque não uma manif?

E porque não boicotar as próximas eleições ( acho que são as Presidências, por isso não se perde nada)?

E porque não, mostrar a nossa indignação?

E porque não…

O Serrano

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Piadas Serranas: Primeira.

27 de Janeiro de 2010

em O Serrano

Professor: O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas?
Aluno: Puré de batata, senhor professor!

O Serrano

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abstenção
(latim abstentio, -onis)

s. f.
1. Acto! Ato ou efeito de se abster.
2. Privação ou desistência voluntária de um direito político, cívico ou social.
3. Número de eleitores que não exerce o direito de voto. = abstencionismo

Estou chateado.

Aqui à uns meses, andaram uns senhores ( e umas senhoras)  bem vestidos, por esse país fora, e apareciam na televisão, quase sempre na hora a que eu queria jantar descansado, a pedir para eu ir votar, porque era muito importante.

Eu lá fui, nesse dia, já não me lembro qual, mas era Domingo, e cumpri o meu dever cívico ( diziam eles), para não ser mais um dos abstencionistas. Diziam eles que isso da abstenção era muito mau para o país. Lembro-me que até o Senhor Presidente Cavaco, veio à televisão dizer para eu ir votar.

E não é que ouvi agora, que a maioria daqueles pessoas, que andaram a pedir para eu ir votar, se vão abster na votação do Orçamento do Estado?

Eu que estou em minha casa descansado a fazer a minha vida, tenho o dever de ter opinião sobre as coisas e ir votar, eles, os senhores que nós elegemos para nos representar, já não têm que ter opinião: Abstêm-se.

Eu acho que é simples o que se exige deles: Se são a favor, votem a favor, se são contra, votem contra. Se são uns … ( escrevam o que quiserem neste espaço) que não têm opinião, abstenham-se.

Se são uns senhores ( e senhoras) que “desistem voluntariamente  de um direito político”: Abstenham-se.

Se com abstenção, acabam por na pratica estar  a votar a favor, pior ainda, nesse caso… abstenho-me eu de tecer mais comentários, que afinal também tenho esse direito..

Voltarei a este assunto, mas ou eu sou burro, ou então sou parvo.

O Serrano

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