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O Bom

O nosso mundo cor-de-rosa

5 de Fevereiro de 2011

em BMS News,O Bom,O Mau

Vemos por aí capas de revistas com títulos pomposos: “Como sobreviver a 2011”, “Como ultrapassar a crise”…

Se querem um conselho, ninguém mo pediu mas como é de borla e estamos em tempo de crise, eu dou na mesma para quem quiser aproveitar. Poupem o dinheiro da revista e sentem-se ao lado dos vossos pais, ou dos avós e perguntem-lhes como é que era à 30 anos. Não necessitam de revistas, nem gestores financeiros, nem de curandeiros, basta perguntar a quem à 30 anos queria comprar casa e enfrentava taxas de juros de 30% como é que eles conseguiram ultrapassar essa situação. A situação actual do país não está nada má. Acreditem que não. Está ainda longe de estar alinhada pela realidade. Ainda vai ter de piorar. Os spreds dos empréstimos bancários dispararam para valores a que os portugueses não estavam habituados. As taxas de juro estão a aumentar à 20 meses consecutivos mas continuam extremamente baixas. O BCE esta semana voltou a manter a taxa directora no mínimo histórico mas mais mês menos mês vai ter de aumentar. O problema não é 2011 como dizem as revistas. O problema é para vários anos. O problema está no modelo que se enraizou nas famílias portuguesas. Para casar é preciso ter casa, para ter um filho é preciso ter uma mobília e depois do puto nascer é preciso trocar o carro por uma carrinha. Continuo sem perceber como é que o meu pai conseguia levar mulher, dois filhos e muitas vezes a minha avó para todo o lado num Renault 5! Isto no tempo em que ainda se levava o belo farnel para a viagem com os tachos embrulhados em jornal! Agora os casais da minha idade não fazem nada disso porque é piroso, quando lá estivermos comemos na marisqueira.

O crédito bonificado, teve imensos efeitos positivos no desemprego, no desenvolvimento das empresas e do sistema bancário. Fez Portugal avançar e não se chegou a criar uma bolha imobiliária como em Espanha. O único problema que fez desmoronar todo este aparentemente bem montado esquema foi que ninguém explicou aos portugueses as implicações que este apoio tinha. Esta medida acabou por ser uma das grandes responsáveis pela disparatada corrida ao crédito nos últimos anos, apenas serviu para matar a tiro a consciência dos portugueses, para fazer disparar a construção civil com uma inflação de preços irrealista e para abrir a caixa de Pandora dos créditos bancários em Portugal. Os portugueses não perceberam que a ideia era ajudar as famílias a comprar uma casa adequada, no início da vida, e com isso, permitir-lhes fazer uma coisa que a geração anterior tinha mais dificuldades em fazer, pagar a casa e ao mesmo tempo constituir uma poupança para o futuro. O problema é que essas poupanças não apareceram e quando o estado fecha a torneira as pessoas desatam a insultar os bancos. Curioso, quando o dinheiro não custava nada os bancos eram um espectáculo, agora são o diabo! É óbvio que os bancos não andam cá para perder dinheiro, mas dizer que andaram a enganar os portugueses é uma forma muito nossa de nos desresponsabilizar-nos. Fiz um teste recentemente com alguns amigos. Perguntei quanto pagavam de prestação da casa neste momento. Todos sabem o valor. Perguntei desse valor, quanto era para juros e quando era para amortização de dívida. Quase nenhum sabe ao certo. A verdade é que uma boa parte de nós andamos cá por ver andar os outros. Compramos carros a gasóleo porque toda a gente sabe que compensa. Compramos casa em vez de arrendar porque toda a gente sabe que compensa. E agora não vamos de férias para o Algarve porque toda a gente sabe que não compensa, mais vale ir para fora. Quem fez estas contas? Ninguém sabe. E o pior ainda, é que ninguém as faz ou porque não sabe, ou porque (e esta para mim é a principal razão), não quer que alguma razão lógica e matemática se atravesse à frente do seu sonho.

É preciso abrir os olhos e deixar de acreditar só no que ouvimos no cabeleireiro. Sabem qual é a grande vantagem de acharmos que somos atrasados e que existem outros países mais avançados do que o nosso? É podermos ver como esses países vivem e os erros que cometeram. Como nós estamos atrás podemos evitar os mesmos erros e aprender com a experiência deles.

Todos nós dizemos que no Luxemburgo é que se vive bem. Mas o que teimamos em esquecer é que 90% dos habitantes não conseguem comprar casa devido ao preço absurdo da habitação. Por isso arrendam toda a vida e sabem que mais? Vivem muito bem!

Todos nós dizemos que na Inglaterra é que se vive bem. Mas o que teimamos em esquecer é que em Londres, uma das cidades mais ricas do mundo, 50% da população não tem carro próprio.

Porque será que os bancos neste último ano, deixaram de publicitar crédito à habitação, e passaram a publicitar de forma até agressiva (no bom sentido da palavra) os depósitos de poupança. Neste momento querem aforradores, e não gastadores e consumidores compulsivos. Teremos que primeiro poupar, para depois se poder gastar. Voltar ao lema de à 3 ou 4 décadas. O bem bom já se acabou. Fazer flores com o dinheiro dos outros, já foi chão que deu uvas. É pena que ainda haja muito Português que ainda não se deu conta desta situação. Ainda vivem no tempo da Alice no País das Maravilhas, ou no tempo em que o mundo era cor-de-rosa.

O Bom ou O Mau

(depende da interpretação de cada um do que acabou de ler)

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Reclamação

2 de Fevereiro de 2011

em BMS News,O Bom

Tenho uma reclamação a fazer.

Este ano, fui vacinado para a gripe sazonal e para a ex-famosa gripe A.

A verdade é que já é a segunda vez que ando engripado/entupido, todo ranhoso e com dor de cabeça, mas ainda não fiquei de baixa porque não dá febre!

Já percebo a vantagem das vacinas, andamos doentes na mesma mas temos de trabalhar.

Assim se eleva a produtividade deste pais: com sangue, suor e … ranho…

O Bom

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Já não me recordava de de tal explosão de alegria num jogo ao vivo.

O Arouca não foi superior ao Leixões, mas também não se pode dizer que tenha sofrido para manter o empate a zero.

A dada altura, dava a ideia que ambas as equipas queriam ganhar, mas tinham tanta vontade de ganhar como medo de perder. Por exemplo, ambas as equipas se apressavam para executar os lançamentos e os livres, mas não subiam em demasia no terreno nem colocavam muitos jogadores nos pontapés de canto. Ambas estavam a sofrer para não perder a cabeça e arriscar tudo. Nem se pode censurar, numa liga onde os empates são uma constante e onde a meio do campeonato o primeiro e o penúltimo classificados estão separados por 10 pontos, cada ponto é decisivo.

Daí a enorme importância desta vitória arrancada a ferros no último minuto dos descontos! É verdade, o Arouca consegue o golo ao minuto 92 e 30 segundos. Foi como aqueles finais de jogos de basquetebol em que o tempo termina quando a bola está em pleno voo para o cesto e vira o resultado do encontro.

Mais uma vez, um lance que não parecia particularmente perigoso numa fase em que já poucos conseguiam “ter pernas” para chegar à área adversária, vem o experiente Jorge Leitão a correr já bastante atrasado para o cruzamento de Hélder Silva e levanta todo o estádio em euforia. É um lance que o Jorge Leitão já nos mostrou diversas vezes, tem esta estrelinha que só alguns têm e que a experiência ajuda a revelar. Consegue não desistir nos momentos certos e aparecer em locais onde apenas ele acredita que vai estar a bola dali a uns segundos. É o que se vê na repetição do golo. Jorge Leitão corre, vai claramente atrasado para o cruzamento, mas não desiste, continua a correr na direcção onde o lance parecia ir morrer e aproveita a sobra.

É um golo que premeia o crer, o sacrifício e faz a segunda vitória seguida por um a zero onde o Arouca, não sendo superior, mostra união e vontade surpreendentes.

Mais uma vez, o estádio estava bem composto, apesar do preço dos bilhetes e da transmissão em Directo na SportTV. É bom constatar que ir ao estádio ver o Arouca continua a ser sinónimo de um Domingo bem passado para muitos e muitos arouquenses.

A manutenção está praticamente garantida, os velhos do restelo que adivinhavam uma vergonha na liga profissional já “arrumaram as botas” e resta apenas ao Arouca jogar descontraído e assim conseguir manter-se na luta com os clubes históricos pelos lugares do topo da tabela.

Próximo fim-de-semana, Freamunde-Arouca.

O Bom

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Eu não vou á Ensitel! E tu?

29 de Dezembro de 2010

em O Bom

“A liberdade de expressão é muito linda e coiso e tal, mas só quando não chateia”

A saga da Maria João Nogueira e da Ensitel.
David contra Golias, ou o poder da censura.

A história está toda na net, podem consultar por aí, e principalmente aqui: Jonasnuts

Não sei, na contenda inicial, quem tem razão. Mas notificar alguém para que retire o que disse na net, isso não aceito,até porque os Post em causa não são insultuosos ou difamatórios.

Por agora me fico.

O mau

Em tempo, remete-vos para um link sugerido pelo amigo Frank, e que de forma muito objectiva nos fala sobre a força da Web 2.0 e o novo Markting: ENSITEL é alvo de “BUZZ Negativo” na WEB, o que fazer?

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Antes que comece o novo Ano, e antes que perguntem, aqui fica já a resposta, a algo que de certeza absoluta vos andava a todos a inquietar:

Não. Este blogue, Não utiliza o novo acordo ortográfico.
Porquê? Porque não concorda com ele.
E porque não concorda com ele? Porque isso, de facto ( e não de fato) era caso para uma grande conversa, que agora não me está a apetecer ter. E isso não é opção, ou será oção?

Para todos aqueles que vão agora apanhar o ónibus ou o trem, para voltar a casa: Boa viagem…

O mau

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Feliz natal a todos!

22 de Dezembro de 2010

em O Bom


Porque aqui no BMS, não excluímos ninguém, queremos desejar a todos um Feliz natal, por isso aqui fica em todas ( ou quase) as línguas:

África: Rehus-Beal-Ledeats
Alemanha: Glückliches Weihnachten
Arábia: Idah Saidan Wa Sanah Jadidah
Argentina: Feliz Navidad
Armênia: Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand
Brasil: Boas Festas e Feliz Ano Novo
Bulgária: Tchestita Koleda; Tchestito Rojdestvo Hristovo
Chile: Feliz Navidad
China: (Cantonese) Gun Tso Sun Tan’Gung Haw Sun
Colômbia: Feliz Navidad y Próspero Año Nuevo
Croácia: Sretan Bozic
Holanda: Vrolijk Kerstfeest en een Gelukkig Nieuwjaar!
EUA, Inglaterra e países de lingual inglesa: Merry Christmas
França: Joyeux Noel
Grécia: Kala Christouyenna!
Hungria: Kellemes Karacsonyi unnepeket
Indonésia: Selamat Hari Natal
Iraque: Idah Saidan Wa Sanah Jadidah
Irlanda: Nollaig Shona Dhuit, or Nodlaig mhaith chugnat
Itália: Buone Feste Natalizie
Japão: Shinnen omedeto. Kurisumasu Omedeto
Coréia: Sung Tan Chuk Ha
Latim: Natale hilare et Annum Faustum!
Lituânia: Linksmu Kaledu
Macedônia: Sreken Bozhik
Noruega: God Jul, ou Gledelig Jul
Papua Nova Guiné: Bikpela hamamas blong dispela Krismas na
Nupela yia i go long yu
Peru: Feliz Navidad y un Venturoso Año Nuevo
Filipinas: Maligayan Pasko!
Polônia: Wesolych Swiat Bozego Narodzenia ou Boze Narodzenie
Portugal: Feliz Natal
Romênia: Sarbatori vesele
Rússia: Pozdrevlyayu s prazdnikom Rozhdestva is Novim Godom
Sérvia: Hristos se rodi
Slovaquia: Sretan Bozic ou Vesele vianoce
Tailândia: Sawadee Pee Mai
Turquia: Noeliniz Ve Yeni Yiliniz Kutlu Olsun
Ucrânia: Srozhdestvom Kristovym
Vietnam: Chung Mung Giang Sinh
Yugoslavia: Cestitamo Bozic

O Serrano

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Após a eliminação do Académica de Coimbra da Taça da Liga, eis que o FC Arouca volta a surpreender ganhando em Penafiel na 9º jornada da Liga Orangina.

Com esta vitória o FC Arouca ascendeu ao 1º lugar da Liga alcançando uma posição histórica por ser surpreendente para muitos. A verdade é que para os arouquenses, já começa a não constituir surpresa estes resultados. Fazem-se documentários sobre as proezas de Cristiano Ronaldo e de José Mourinho? Para quando um documentário sério e de qualidade (não aquele recente ensaio da SportTV que mais parecia uma Liga dos Últimos de um clube vitorioso…) sobre a Direcção do FC Arouca?

À 9º Jornada, fomos eliminados da Taça de Portugal no estádio da Luz pelo SL Benfica, estamos a disputar a Taça da Liga após termos eliminado equipas da Liga Orangina e da Liga Sagres e estamos na 1º posição do campeonato. Acresce a estes feitos o facto de apresentarmos o melhor ataque, a melhor defesa e o melhor marcador do campeonato.

Força Arouca!

O Bom

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O falso problema parte 2

19 de Novembro de 2010

em O Bom

Certo dia um florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo. Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário esta semana.

O florista ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.

Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário esta semana.

O padeiro ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.

Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário esta semana.

O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo bicha para cortar o cabelo.

Moral da história:

Essa história ilustra bem a grande diferença entre os cidadãos do nosso país e os políticos que o administram. Políticos e fraldas devem ser trocados com frequência pelo mesmo motivo!!!

O serrano

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11 de Novembro de 2010

em BMS News,O Bom

O homem conhecido como o “senhor do adeus”, que acenava diariamente aos habitantes de Lisboa, morreu esta quarta-feira, aos 80 anos.

João Manuel Serra ficou conhecido dos lisboetas por ao final da tarde andar na zona do Restelo e à noite passear pelo Saldanha, locais onde se dedicava a acenar aos carros que passavam.

O que começou por ser uma excentricidade, acabou por entrar na rotina dos lisboetas e muitos já lhe acenavam e buzinavam quando por ele passavam, de carro.

Em entrevista, João Serra revelou que acenava aos carros que passavam por acreditar que assim daria um dia feliz aos outros, mas também como forma de preservar a sua sanidade mental.

O senhor do adeus era, diz quem o conheceu, um homem com «uma educação acima da média» e também um apaixonado por cinema. Todos os domingos, de há sete anos para cá, João Serra ia ao cinema com dois amigos e opinava, depois, sobre os filmes que viu na internet.

A história de João Manuel Serra levou ainda à criação de uma rubrica semanal no canal Q, ‘A Rede’. No cinema participou no filme de zombies ‘I’ll See You In My Dreams’. Esteve também presente na série televisiva ‘O Mundo Catita’.

Terá sido, aliás, através do blog Senhor do Adeus, que se tornou pública a notícia da morte. O último filme que João Manuel Serra viu foi «A Rede Social», sobre o Facebook, onde, mesmo sem saber, já tinha uma página de fãs.

Depois de falar do filme, João Serra despediu-se dos leitores de forma diferente do habitual: «Boa noite para todos e até à próxima… e ainda é cedo, mas desejo um feliz Natal a todos e estejam todos muito felizes».

O Bom

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O falso problema

8 de Novembro de 2010

em O Bom

Enviaram-me isto por Email. É tão simplesmente genial, que achei que devia partilhar convosco.
Cá fica então:

Um viajante chega a uma cidade e entra num pequeno hotel. Na recepção, entrega duas notas de 100,00 euros e pede para ver um quarto.
Enquanto o viajante inspecciona os quartos, o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de 100,00 euros e vai à mercearia ao lado pagar uma dívida antiga, exactamente de 200 euros.
Surpreendido pelo pagamento inesperado da dívida, o merceeiro aproveita para pagar a um fornecedor uma dívida também de 200 euros que tinha há muito.
O fornecedor, por sua vez, pega também nas duas notas e corre à farmácia para liquidar uma dívida que aí tinha de… 200,00 euros.
O farmacêutico, com as duas notas na mão, corre disparado e vai a uma casa de alterne ali ao lado liquidar uma dívida com uma prostituta. Coincidente mente, a dívida era de 200 euros.
A prostituta agradecida, sai com o dinheiro em direcção ao hotel, lugar onde habitualmente levava os seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações. Valor total da dívida: 200 euros. Ela avisa o gerente que está a pagar a conta e coloca as notas em cima do balcão.
Nesse preciso momento, o viajante retorna do quarto, diz não ser o que esperava, pega nas duas notas de volta, agradece e sai do hotel.
Ninguém ganhou ou gastou um cêntimo, porém agora toda a cidade vive sem dívidas, com o crédito restaurado, e começa a ver o futuro com confiança!

MORAL DA HISTÓRIA: O ORÇAMENTO DO ESTADO É UM FALSO PROBLEMA.

O Serrano

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